segunda-feira, 2 de novembro de 2009

RELATÓRIO PSICOPEDAGÓGICO:



CONSULTÓRIO PSICOPEDAGÓGICO

Segundo o Código de Ética da Associação Brasileira de Psicopedagogia, psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio (família, escola e sociedade) no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia.



A Psicopedagogia dirige sua atenção a todos aqueles que apresentam dificuldade de aprendizagem e aos que desejam entender e melhorar sua própria capacidade de aprender, independente da idade e do lugar onde atuam.



OBJETIVOS:GERAL:

Visa propiciar atendimento psicopedagógico as crianças, adolescentes e adultos, realizar diagnóstico e intervenção psicopedagógico, utilizando métodos, instrumentos e técnicas próprias da Psicopedagogia e trabalhos de prevenção.



ESPECÍFICOS:

ა.Favorecer e auxiliar aqueles indivíduos que se sentem impedidos para o saber.

ბ.Auxiliar indivíduos com transtornos de aprendizagem.

გ.Reintegrar o sujeito da aprendizagem a uma vida escolar e social tranqüila, bem como, a uma relação mais afetiva consigo e com o outro.

დ.Levar o indivíduo ao reconhecimento de suas potencialidades.

ე.Auxiliar o indivíduo no reconhecimento dos limites e como interagir diante deles.

ვ.Ajudar o indivíduo na busca de alternativas para alcançar o saber.

ზ.Ressignificar conceitos que influenciam o indivíduo no momento do aprender.

ჱ.Atender o sujeito que apresenta alguma limitação/dificuldade de aprendizagem;

თ.Estudar o aspecto inter e intra-psíquico do sujeito, investigando o processo de aprendizagem.

ი.Diagnosticar em que nível de desenvolvimento o sujeito se encontra.

ია.Propor tratamentos para os possíveis problemas de aprendizagens.

Atendimento psicopedagógico: a) Observação participante:

A observação é altamente usada em Psicopedagogia porque ela está atrelada ao “ouvir” e ao “olhar” que o Psicopedagogo dirige a todos aqueles que procuram o seu apoio. A observação é participativa porque parte do princípio da “empatia”, da “interação” do “estar contingente” com a situação vivenciada sem impor opiniões e pontos de vista, e sendo afetado por ela. Ao Psicopedagogo não basta ouvir o que o outro tem a dizer, ele tem de participar, auxiliar o outro a articular, a se “resignar” - conformar-se, conciliar-se, harmonizar-se diante de sua história de vida para poder ressignificar-se, ou seja, dar um novo significado à sua história e ações.



b) Entrevistas:

As entrevistas realizadas com os pais (Anamnese), com os professores, coordenadores e com outros profissionais têm por finalidade aprofundar as questões apresentadas, esclarecer o que foi observado, entender a modalidade de ensino-aprendizagem de cada envolvido, entender os significados ocultos em seus discursos, trocar informações, entender quais são os mitos e as crenças a respeito da aprendizagem.



Para que as entrevistas tenham eficiência é necessário que se crie, antes de tudo, um vínculo de confiança entre as partes envolvidas baseado na ética, na moral e no respeito mútuo na medida em que somente um encontro baseado nesse vínculo permitirá a aprendizagem de todos os envolvidos.



c) Análise de documentos:

Os documentos produzidos durante as entrevistas, os dados coletados de outros profissionais e os trabalhos realizados pela criança são usados no sentido de contextualizar o que foi observado, para explicitar as vinculações conscientes e inconscientes, e para identificar a modalidade de ensino-aprendizagem dos envolvidos e, conseqüentemente, para dar continuidade ao atendimento.



d) Orientação aos pais:

A orientação aos pais e responsáveis deve esclarecer dúvidas, preparando e organizando procedimentos de maneira sistemática afim de que a dinâmica familiar possa ser ressignificada gradativamente com apoio, fundamentação teórica e supervisão constante, para melhor conduzir as crianças na construção das modalidades de aprendizagem.



e) Orientação escolar:

A orientação escolar visa auxiliar professores, técnicos e profissionais da área diante das complexidades apresentadas no cotidiano, bem como, na busca da aplicabilidade de novas técnicas e conhecimentos com a intenção de eliminar as fraturas de aprendizagem. É importante analisar a situação do aluno com dificuldades dentro dos limites da escola e da sala de aula, a fim de proporcionar orientações e instrumentos de trabalho aos professores, para que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido; avaliar o espaço físico e psíquico da aprendizagem quanto aos seus processos didáticos-metodológicos e a dinâmica institucional utilizada; observar: o material didático e sua utilização, as aulas, os professores, os alunos e as relações estabelecidas professor, aluno e escola; e diagnosticar as rupturas e apresentar soluções contextualizadas à escola e seus objetivos.



f) Acompanhamento Individual:

O acompanhamento individual visa compreender o sujeito de maneira global, percebendo qual é a dimensão da suas relações: família, escola e sociedade e como o sujeito aprende, qual a dificuldade de aprendizagem e qual a hipótese da fratura do aprender.



Esse movimento se dá diretamente com o sujeito num atendimento individualizado, buscando investigar, intervir e significar o que não vai bem com o sujeito seja no âmbito da aprendizagem ou no âmbito social sempre numa perspectiva de ressignificação dos conceitos.



g) Produções do atendido

Os trabalhos elaborados pela criança servem de apoio e guia para uma boa análise do processo. É normal que a criança queira levá-los para casa, principalmente se for um desenho, uma pintura, modelagem em argila etc. Explique antes de iniciar os encontros que tudo o que for produzido deverá permanecer no “espaço psicopedagógico” até que o processo termine. Caso o Psicopedagogo queira manter os trabalhos além do tempo estipulado, sugiro que faça cópia, tire fotos, escaneie, porque assim poderá dispor da produção da criança em uma supervisão, trabalho acadêmico e registros pessoais, desde que autorizados pelos pais e pela criança.



Durante essa etapa, deixe que a criança manifeste o desejo de guardar ou não suas produções, colocar no mural, emprestar etc.



h) Atendimento psicopedagógico

O Atendimento Psicopedagógico divide-se em duas etapas – Diagnóstico e Acompanhamento. Isto é importante para o psicopedagogo porque satisfaz a questão da Escola e dos pais que necessitam em um primeiro momento de saber o que acontece com o desenvolvimento escolar da criança ou jovem; e para instrumentalizar o Psicopedagogo de bases que fundamentem a sua intervenção na medida em que não há como intervir sem saber de antemão como o outro é em sua essência e em seu modo de agir.





O Diagnóstico procura conhecer a criança ou jovem na sua especificidade e singularidade para identificar como ela faz para aprender aquilo que aprende.





O Acompanhamento procura dar seqüência aos trabalhos iniciados no diagnóstico, com um projeto de intervenção baseado nos dados colhidos e observados. Aqui os pais decidem ou não dar seqüência ao atendimento, podendo fazê-lo com o mesmo profissional ou com outro de seu conhecimento e interesse.



Durante todo o Atendimento Psicopedagógico a criança estará em processo avaliativo, pois a cada momento sempre é apresentado um sujeito agindo e aprendendo. O Psicopedagogo é o mediador nessa relação, abrindo espaço para que a criança possa ocupar um outro lugar, para que ela possa reencontrar o prazer de aprender sobre si mesma e sobre o mundo.





O objetivo geral do Atendimento Psicopedagógico deve ser direcionado e está estritamente vinculado ao próprio objetivo da Psicopedagogia que é o de favorecer a “autoria de pensamento”.





Para sua consecução, o Psicopedagogo procura respeitar o próprio ritmo da criança porque pressupõe que o conhecimento, o saber deverá ser construído unicamente por ela a partir daquilo que ela mesma consegue processar e simbolizar durante o atendimento psicopedagógico. Desta forma abre-se a possibilidade para que a criança possa aprender no nível mais alto que suas condições orgânicas, constitucionais e pessoais lhe permitam.





O Diagnóstico é o que dá subsídios ao Psicopedagogo para intervir. Apesar de a escola e dos pais pedirem uma avaliação psicopedagógica para atender principalmente a uma demanda deles, essa avaliação, antes de tudo, é um valioso instrumento para o profissional já que oferece alguns parâmetros para a construção de um projeto de intervenção que será desenvolvido com a criança ou jovem, objetivando o seu desenvolvimento.



Por isso, uma boa avaliação inicial é o ponto de partida para a compreensão do significado do problema de aprendizagem. É importante ter uma ‘dupla escuta’ que possibilite verificar como o ‘sintoma’ se apresenta, isto é, identificar a origem do problema, compreender o seu significado e quais as operações mentais que o constituem. Entender o que significa não conseguir somar, dividir, multiplicar, não conseguir ler, escrever, falar, contar, relatar.





Na avaliação inicial procura-se saber como a criança faz para aprender aquilo que ela aprende na medida em que se acredita que mesmo apresentando “sintoma de não-aprender”, a criança sempre aprende algo. Por isso, o Psicopedagogo tem como objetivo, nessa etapa, identificar como a criança pensa, quais são as suas lógicas, os seus argumentos e seus posicionamentos. Identificar como ela se relaciona com o objeto do conhecimento, com ela mesma, com os pais, familiares, amigos, professores nos diversos contextos em que ela atua e vive.





A observação contínua e a realização de atividades adequadas contribuem de maneira ímpar para um bom desenvolvimento do diagnóstico e para se identificar a modalidade ensino-aprendizagem da criança, da família e dos professores. As atividades propostas nessa etapa estão vinculadas necessariamente à identificação do nível de domínio da linguagem oral e escrita, do desenvolvimento psicomotor, do nível cognitivo de pensamento e das manifestações afetivas (posturas) diante de si mesma, do outro e do objeto do conhecimento.




RELATÓRIO PSICOPEDAGÓGICO:

Esse valioso instrumento é elaborado a partir de todas as anotações dos encontros, de relatórios feitos pelo Psicopedagogo após cada encontro, de observações próprias, questionamentos e análises de todo o processo. Todos esses dados coletados servirão de base para o Relatório Psicopedagógico.



No Relatório deverão constar as seguintes informações: Identificação da criança, motivo do encaminhamento, período em que foi realizado, a postura da criança durante o processo, avaliações cognitiva, pedagógica, motora, e a dinâmica que estabelece em relação à aprendizagem, orientação aos pais, aos professores e conclusão.



MODELOS DE RELATÓRIOS



Modelo 1:



Espaço Psicopedagógico .......................



RELATÓRIO PSICOPEDAGÓGICO I – IDENTIFICAÇÃO:

Nome: F( ) M ( )

Escola: Nasc.:

Professora: Idade:

Pai: Série:

Mãe: Tel.:

Encaminhamento: Cel.:

II – MOTIVO DO ENCAMINHAMENTO:



III – DESENVOLVIMENTO:

PERÍODO DO DIAGNÓSTICO: POSTURA DURANTE O PROCESSO: ASPECTO COGNITIVO: ASPECTO PEDAGÓGICO: ASPECTO PSICOMOTOR: DINÂMICA QUE ESTABELECE EM RELAÇÃO À APRENDIZAGEM:











IV – ORIENTAÇÃO À ESCOLA:



V – ORIENTAÇÃO AOS PAIS:



VI – DIAGNÓSTICO:



VII – PSICOPEDAGOGO RESPONSÁVEL:



Espaço Psicopedagógico ...............

Endereço completo do Espaço

Cep – Cidade – Estado

Tel.:

e-mail:Modelo 2:



Espaço Psicopedagógico.....



Nome:

Nascimento:

Idade:

Escola:

Série:

Encaminhamento:



Relatório Psicopedagógico



Motivo da Avaliação e Encaminhamento:



Período da Avaliação:



Avaliação Pedagógica:



Avaliação Cognitiva:



Avaliação Motora:



Relação que estabelece com o outro:



Relação que estabelece com o objeto do conhecimento:



Recomendações aos pais:



Recomendações à escola:



Conclusão:



Espaço Psicopedagógico ...............

Endereço completo do Espaço

Cep – Cidade – Estado

Tel.:

e-mail: RECURSOS

Materiais utilizados nas Entrevistas Operatória Centrada na Aprendizagem, E.O.C.A.; nas Provas Piagetianas; Provas Projetivas Psicopedagógicas; Sessões Lúdicas; Testagens diversas etc.



Entrevistas: escolar, família e profissionais, análise e produção do sujeito extraconsultório.



Jogos específicos e material lúdico em geral.



Material técnico ao desenvolvimento específico do trabalho.



Material geral: papel, cartolina, pincel, tintas, lápis de cor, giz de cera, tesoura, cola, etc...



Material de apoio: fitas, gravador, aparelho de som, TV, vídeo, etc.



OBSERVAÇÕES:

Com a formação de Psicopedagoga clínica, pode-se alugar uma sala, abrir o consultório e atuar como Psicopedagoga. O que não se pode fazer é aplicar provas exclusivas de Psicólogas, pois estaria se invadindo uma área que não é própria da psicopedagogia, mesmo que alguém ensine como aplicá-las, o psicopedagogo não poderá fazê-lo.



Não existe um tempo para começar a clinicar com segurança, até mesmo porque esta segurança virá com a prática.





Esquema de Atendimento





1ª semana – primeiro momento - primeiros contatos:



1º contato: por telefone, para ouvir a demanda da família (mãe, pai ou outro ensinante) seja em relação ao próprio problema quanto em questões acerca de tempo e custos. É importante se marcar um horário para um primeiro encontro de reconhecimentos mútuos.





1º encontro com os pais: para os envolvidos se conhecerem, conhecer o espaço, o “motivo” do atendimento. Receber “contrato” e explicações básicas sobre todo o processo.





1º encontro com a criança: conhecer a criança – Hora do Jogo Psicopedagógico ou atividade livre.



2ª semana – desenvolvimento:





2º encontro com os pais: conhecer sobre a história de vida da criança e da família (Anamnese). Receber o ‘contrato’ assinado e tirar dúvidas.





2ª encontro com a criança: avaliação psicomotora



3ª semana:

3ª encontro com a criança: avaliação cognitiva





1ª encontro com a professora: ouvir o que ela tem a dizer



4ª semana:

4ª encontro com a criança: avaliação pedagógica





1º encontro com outro profissional ou por telefone.



5ª semana:

5ª encontro com a criança: avaliação projetiva



6ª semana:

6ª encontro com a criança: complementar alguns dados das fases anteriores – atividades livres.





7ª semana - terceiro momento - relatórios:





3ª encontro com os pais: entregar aos pais relatório final sobre o que foi observado na criança, e a necessidade ou não da continuidade no atendimento.





4º encontro com os pais: para tirar dúvidas do Relatório Psicopedagógico e assinatura do contrato de Acompanhamento Psicopedagógico.





7ª encontro com a criança: fazer uma retrospectiva com a criança do seu percurso para que ela mesma proceda a uma auto-valoração informando-a da continuidade ou não no atendimento.





8ª semana - relatórios:





2ª encontro com a professora: entregar relatório final e orientações.





2º encontro com outros profissionais.



Atendimento

Esquema de atendimento semanal para a criança: Semana Especificação do Encontro Quem Tempo Valor Valor

1ª Telefônico pais 10 min - -

1ª Motivo do Atendimento pais 30 min - 20,00

1ª Conhecer com atividade livre criança 30 min - 20,00

2ª Anamnese pais 2 h 50,00 40,00

2ª Avaliação Motora criança 50 min 50,00 40,00

3ª Avaliação Cognitiva criança 50 min 50,00 40,00

3ª Visita à Escola professora 30 min 25,00 20,00

4ª Avaliação Pedagógica criança 50 min 50,00 40,00

4ª Visita a outros profissionais/telefonema profissional 30 min - 20,00

5ª Avaliação Projetiva criança 50 min 50,00 40,00

6ª Avaliação com atividade livre criança 50 min 50,00 40,00

7ª Entrega do Relatório pais 50 min 50,00 40,00

7ª Revisão do Relatório pais 30 min 25,00 20,00

7ª Relatório e retrospectiva criança 30 min 25,00 20,00

8ª Relatório para a escola professora 30 min 25,00 20,00

8ª Relaltório para outros profissionais profissional 30 min - 20,00

2 meses 450,00 440,00



Espaço PSICOPEDAGÓGICO - montaGEM

- Tamanho: no mínimo de 30 metros quadrados.



- Divisão: Recepção, sala de atendimento, banheiro.



ESPECIFICAÇÕES DE CADA AMBIENTE:

Recepção: com no mínimo 1.50 x 2,00m. Esse espaço deverá possuir uma vedação acústica. O ideal é se fazer duas paredes em alvenaria ou gesso cartonado com um espaço entre elas de 10 cm, usando bloco de isopor grosso entre elas. As divisórias comuns não isolam o ambiente. Essa vedação é importante para se dar privacidade principalmente à criança.



Banheiro: de 1,50 x 1,50m. Dependendo do espaço pretendido, o banheiro pode ser na recepção ou na sala de atendimento. O ideal seriam dois banheiros. Um na recepção e outro de uso exclusivo do profissional e da criança.





Área de atendimento: Esse espaço deve possuir pelo menos uma janela para a circulação de ar. O espaço utilizado será o restante que sobrar após a demarcação da parede que isolará a recepção. Essa é uma parte importantíssima de seu espaço. Ele poderá ser dividido por três ambientes específicos sem necessidade de se colocar paredes. Quanto mais amplo, melhor. O primeiro ambiente é a área de trabalho que você pode optar por apenas uma mesa que facilite as três atividades que normalmente se faz: atender os pais, preparar relatórios e para as atividades da criança. O segundo é o de leitura e para atividades no chão. Esse ambiente pode ser feito apenas com um tapete, almofadões e uma pequena estante com livros. O terceiro é uma área de livre circulação para atividades que exijam uma maior mobilidade da criança. Atente bem para as suas escolhas, porque elas mostram claramente que tipo de pessoa que você é e o que pretende.



OUTRAS SUGESTÕES:

Dependendo do espaço disponível, há a possibilidade de se fazer algumas adaptações que certamente facilitarão o desenvolvimento de seu trabalho.





Não execute nenhuma divisão na sala antes de medir bem o espaço total e fazer um pequeno esboço (planta baixa) com todas as medidas que deseja para cada ambiente. Proceda assim também com os móveis. Idealize em um pequeno desenho todas as possibilidades de colocação dos móveis e verifique a metragem ideal para eles antes de realizar a compra.



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3 comentários:

  1. OLÁ ELIZA PARABÉNS PELA INFORMAÇÕES FORAM MUITO UTEIS.OBRIGADA!
    ABRAÇOE E SUCESSO
    fABIANA PSICOPEDAGOGA-HOSPITALAR

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  2. Como vai Elizabete!
    Estou iniciando como psicopedagoga e todas as informações foram bem esclarecidas.

    AbraçosMaria José

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  3. Oi, antes de tudo gostaria de agradecer como fui beneficiada com as leituras em seu blog e chegou no momento certo.Estou literalmente começando a montar minha clínica/consultório e tais informações são valiosas, gostaria de saber se você sabe quais instituições em SP oferecem o curso de Neuropsicopedagogia. Deus te abençõe grandemente e a sua família também. Bjs Wanêssa Menezes.

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